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13.9.10

Adiós Muchachos - Carlos Gardel


 

ADIÓS MUCHACHOS

Adiós muchachos, compañeros de mi vida
Barra querida de aquellos tiempos
Me toca a mi hoy emprender la retirada
Debo alejarme de mi buena muchachada

Adiós muchachos, ya me voy y me resigno
Contra el destino nadie la talla
Se terminaron para mi todas las farras
Mi cuerpo enfermo no resiste más

Acuden a mi mente
Recuerdos de otros tiempos
De los bellos momentos
Que antaño disfrute
Cerquita de mi madre
Santa viejita
Y de mi noviecita
Que tanto idolatre

Se acuerdan que era hermosa
Mas linda que una diosa
Y que, ebrio yo de amor
Le di mi corazón?
Mas el señor, celoso
De sus encantos
Hundiendome en el llanto
Me la llevo

Es dios el juez supremo
No hay quien se le resista
Ya estoy acostumbrado
Su ley a respetar
Pues mi vida deshizo
Con sus mandatos
Al robarme a mi madre
Y a mi novia también

Dos lagrimas sinceras
Derramo en mi partida
Por la barra querida
Que nunca me olvido
Y al darle, mis amigos
El adiós postrero
Les doy con toda mi alma
Mi bendición

Adiós muchachos, compañeros de mi vida
Barra querida de aquellos tiempos
Me toca a mi hoy emprender la retirada
Debo alejarme de mi buena muchachada

Adiós muchachos, ya me voy y me resigno
Contra el destino nadie la talla
Se terminaron para mi todas las farras
Mi cuerpo enfermo no resiste más

ADEUS RAPAZES

Adeus rapazes, companheiros de minha vida
Turma querida daqueles tempos
Cabe a mim hoje empreender a retirada
Devo afastar-me de minha boa rapaziada

Adeus rapazes, já me vou e me resigno
Contra o destino ninguém argumenta
Acabaram para mim todas as farras
Meu ser enfermo não resiste mais

Voltam a minha mente
Lembranças de outros tempos
Dos belos momentos
Que desfrutei no ano passado
Juntinho de minha mãe
Minha santa velhinha
E de minha noivinha
Que tanto idolatrei

Lembram que era formosa
Mais bela que uma deusa
E que, ébrio eu de amor
lhe dei meu coração?
Porém o Senhor, ciumento
De seus encantos
Cobrindo-me de pranto
A levou

É Deus o juiz supremo
Não há quem se lhe oponha
Já estou acostumado
A respeitar sua lei
Pois minha vida desfez
Com seus mandatos
Ao levar minha mãe
E minha noiva também

Duas lágrimas sinceras
Derramo em minha partida
Pela turma querida
Que nunca me esqueceu
E ao dar-lhes, meus amigos
O último adeus
Lhes dou com toda minha alma
Minha bênção

Adeus rapazes, companheiros de minha vida
Turma querida daqueles tempos
Cabe a mim hoje empreender a retirada
Devo afastar-me de minha boa rapaziada

Adeus rapazes, já me vou e me resigno
Contra o destino ninguém argumenta
Acabaram para mim todas as farras
Meu ser enfermo não resiste mais

3.9.10

Adiós Nonino - Astor Piazzolla




ADIÓS NONINO

Desde una estrella al titilar
Me hará señales de acudir
Por una luz de eternidad
Cuando me llame, voy a ir

A preguntarle, por ese niño
Que con su muerte lo perdí
Que con "nonino" se me fué
Cuando me diga, ven aquí
Renaceré ... porque...

Soy la raíz, del país que amasó con su arcilla
Soy sangre y piel, del "tano" aquel, que me dió su semilla

Adiós "nonino" que largo sin vos, será el camino
Dolor, tristeza, la mesa y el pan

Y mi adiós, ay mi adiós, a tu amor, tu tabaco, tu vino
Quién sin piedad, me robó la mitad, al llevarte "nonino"

Tal vez un día, yo también mirando atrás
Como vos, diga adiós no vá más

Y hoy mi viejo "nonino" es una planta
Es la luz, es el viento y es el río
Este torrente mío lo suplanta
Prolongando en mi ser, su desafío
Me sucedo en su sangre, lo adivino
Y presiento en mi voz, su proprio eco
Esta voz que una vez, me sonó a hueco
Cuando le dije adiós, adiós "nonino"

Soy la raíz, del país que amasó con su arcilla
Soy sangre y piel, del "tano" aquel, que me dió su semilla

Adiós "nonino" dejaste tu sol, em mi destino
Tu ardor sin miedo, tu credo de amor

Y ese afán, ay tu afán, por sembrar de esperanza el camino
Soy tu panal y esta gota de sal, que hoy te llora "nonino"

Tal vez el día que se corte mi piolín
Te veré y sabré que no hay fín
 


ADEUS NONINO

De uma estrela a cintilar
Sinais irão me levar
Pela luz da eternidade
Quando chamar-me, eu vou

Ao perguntar-lhe por essa criança
Que com sua morte perdi
Que com "Nonino" eu me fui
Quando me disse, venha aqui
Renascido ... porque ...

Eu sou a raiz do país, que cresceu com sua argila
Eu sou sangue e pele, de metano que dei sua semente

Adeus "Nonino", tanto tempo sem você será o caminho
Dor, tristeza, a mesa e o pão

E o meu adeus, oh meu adeus, ao seu amor, seu cigarro, seu vinho
Que impiedosamente me tirou a metade, ao levar-te "Nonino"

Talvez um dia, eu também olhe para trás
Como você, não diga mais adeus

E hoje meu velho "Nonino" é uma planta
É a luz, o vento e o rio
Esta torrente me suplanta
Estendendo em meu ser, o seu desafio
Estou em seu sangue, eu acho
E sinto em minha voz, o seu próprio eco
Esta voz que uma vez me soou oca
Quando eu disse adeus, adeus "Nonino"

Eu sou a raiz do país, que cresceu com sua argila
Eu sou sangue e pele, de metano que dei sua semente

Adeus "Nonino" deixaste o teu sol em meu destino
O seu ardor destemido, sua crença no amor

E este desejo, oh seu desejo de encher de esperança o caminho
Eu sou o seu favo de mel e essa gota de sal, que agora chora por você "Nonino"

Talvez no dia em que eu acabar com minha angustia
Te verei e saberei que não há fim

12.8.10

Flying - Chris de Burgh





FLYING

Flying, I thought I'd never learn that flying
I thought I'd spend my whole life trying
For flying is that ancient art of keeping one foot on the ground

Lying, I thought I'd never keep from lying
I thought I'd lose it all by sighing
For lying is that ancient art of hiding words that will never be found

Crying, I thought I'd never stop that crying
I thought I'd always dream of dying
For crying is that ancient art of weeping rivers into the ground

Oh Dying, I thought I'd never see that dying
I thought I'd spend my whole life flying
For dying is that ancient art of keeping one world turning round

Sighing, I thought I'd never keep from sighing
I thought I'd always be there crying
For sighing is that ancient art of breathing sadness all around

And trying, I thought I'd spend my seasons trying
I thought I could stop myself from lying
For trying is that ancient art of proving that the world is round

Oh Flying, oh oh, Lying, oh oh, Crying, oh oh, Sighing, oh oh
Trying, oh oh, and Dying, oh oh
For Dying is that ancient art of growing flowers in the ground
Yes it is
 
 
VOANDO

Voando, eu jamais pensei que aprenderia assim voando
Eu pensei que eu gastaria minha vida inteira tentando
Por estar voando nessa arte antiga mantendo um pé no chão

Mentindo, eu jamais pensei que continuaria mentindo
Eu pensava que perderia tudo isso suspirando
Por estar mentindo nessa arte antiga de esconder as palavras para nunca serem achadas

Chorando, eu pensava que nunca pararia esse pranto
Eu pensava que eu sempre sonharia morrendo
Por estar chorando nessa arte antiga de chorar rios no chão

Oh morrendo, eu jamais imaginaria me ver morrendo
Eu pensava passar minha vida inteira voando
Por estar morrendo nessa arte antiga de manter um mundo girando ao redor

Suspirando, eu jamais iamginaria me manter suspirando
Eu sempre pensei estar ainda chorando
Por estar suspirando nessa arte antiga de respirar melancolia em toda a parte

E tentando, eu pensava que gastaria minhas estações tentando
Eu pensei que poderia me parar de mentir
Por estar tentando nessa arte antiga de provar que o mundo é redondo

Oh voando oh oh, mentindo oh oh, chorando oh oh, suspirando oh oh
Tentando oh oh, e morrendo oh oh
Por estar morrendo nessa arte antiga de crescer flores no chão
Sim é isso